Doação

Todas as roupinhas confeccionadas, enxovais de bebê, peças de tricô foram todas doadas para várias entidades em BH: Centros Espíritas, Casas de Apoio, Asilos, Pessoas nas ruas, Bazares, Comunidades e outros. Não vendo.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Cozinhar



 Na cozinha amor é arte,
Não importa o que você faz.
Basta carinho por toda parte,
Que assim já satisfaz.

Ter capricho e cuidado,
Com o que se está fazendo.
A comida será um achado,
Pra todos que a estão comendo.

Faço tudo com capricho,
Ou então não faço nada.
Cozinha não é nenhum bicho,
Pra sair em disparada.

Pode ser comida caseira,
Ou até bem complicada.
O que importa é a maneira,
Como  ela foi  preparada.
Fátima de Paula


Casaquinho Baby

sábado, 23 de novembro de 2013

O barco


           O barco

O barco solitário à noite navegando
Suas velas içadas para o céu apontando
Segue seu caminho sem saber onde vai dar,
Ele só quer mesmo é navegar.

Sem comandante  nem mesmo tripulação,
É tão vazio que causa certo temor.
Só tem  dentro dele um velho capitão,
Que tem a mão cansada e cheia de  tremor.

Na solidão de um mar ermo e escuro,
Triste caminha sem ter ancoradouro.
Vai sem destino seguindo sem saber,
Aonde chegar e o que pode acontecer.

 Fátima de Paula
























O amor

            O  amor
O amor é o sentimento mais cruel,
vem sorrateiro e logo nos domina.
E depois às  vezes transforma em fel,
Modificando para sempre nossa rotina.

Depois que ele chega é diferente,
Nada mais volta a ser tão normal.
Se era triste, pode ficar sorridente,
Se era alegre, pode nos deixar bem mal.

Não compreendo como pode ser assim,
Era pra sempre ser uma coisa especial.
Eu gosto de você e você gosta de mim,
Tudo bem simples mas muito sensual.

Fátima de Paula








Meu coração














               Meu coração
Quando sozinha na calada da noite,
E sinto meu coração bater disparado.
Presumo que  ele sente um açoite,
Mas ele já devia ter se  acostumado.

Às vezes eu acho que ele só apanha,
Já nem bate mais de tão cansado.
É que também pode ser que ele se assanha,
Ao pensar que você vai estar aqui do meu lado.

Ele é diferente a cada momento,
Muito quieto ou muito acelerado.
Não consigo nem entendê-lo direito,
Mais acredito que ele está é acabado.
 Fátima de Paula














quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Falsidade














  


            Falsidade

Observo o movimento da cidade,
Espanta-me ver tanta anarquia.
O que eu esperava na verdade,
Era ver um povo sorrindo de alegria.

Sem consciência e também responsabilidade,
Os dominantes não querem nem saber.
O que eles estão fazendo na realidade,
É colocar o povo todinho pra sofrer.

É só sujeira o que vai se descobrindo,
Muita roubalheira, golpes e tramoia.
Cara de pau e continuam  ali mentindo,
Sorri pro povo e fingem que o apoia.

É muito triste ver tamanha falsidade,
Só querem o voto e assim prometem tudo.
Passa a eleição e retorna a ansiedade,
Só decepção é tudo que se vê no mundo.
Fátima de Paula





 









quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Mundo louco



                        Mundo louco!

Como às vezes me falta a paciência,
Talvez eu tenha tomado mais consciência.
Observo  que tudo está tão diferente,
E vejo que a vida se torna mais estressante.

Tinha tanta calma  e tranquilidade,
Não acreditava em tanta maldade.
Vivia tranquilamente com muita alegria,
Tinha dentro de mim um mundo de fantasia.

Tudo estava bem, nada me alterava,
O bom humor é que me comandava.
Agora sinto essa estranha sensação,
E ando precavida cheia de tensão.

O mundo está ruim com muita coisa feia,
O homem nem tem mais sangue na sua veia.
Agora é tumulto muita confusão,
Por qualquer coisa o outro já está no chão.

Acho que está faltando é um pouco de amor,
Ter  fé em Deus e viver com louvor.
Não querer o que nunca será seu,
O importante é cuidar do que Deus lhe deu.
Fátima de Paula



quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Viver


Tensão

               Tensão!

Tive uma dor tão forte,
Que pensei que fosse a morte,
Procurando pra me levar.

Fiz uma prece pra Nosso Senhor,
Me leve logo e acabe com essa dor,
Que não estou mais a aguentar.

Fui levada com emergência pro hospital,
Sem nenhuma burocracia, foi legal,
Logo estavam a me espetar.

Fiquei cheia de marquinhas,
Foram tantas furadinhas,
Mas logo estava a melhorar.

Foi um corre corre de gente danado,
Eletro, sangue, soro, mas ele está acostumado,
Sabe bem o quê fazer para curar.

Agora tranquila em casa já estou,
Ainda bem que a dor não mais voltou,
Agora é seguir as observações  e me cuidar.
 Fátima de Paula