Doação
Todas as roupinhas confeccionadas, enxovais de bebê, peças de tricô foram todas doadas para várias entidades em BH:
Centros Espíritas, Casas de Apoio, Asilos, Pessoas nas ruas, Bazares, Comunidades e outros.
Não vendo.
sábado, 29 de agosto de 2015
Primavera
Vem chegando à primavera,
Fazendo tudo bem colorido.
Trazendo um mundo de quimera,
E tornando tudo mais divertido.
Vem chegando à primavera,
E com elas todas as flores.
E para ser sincera,
É um despertar de cores.
Vem chegando à primavera,
A mais linda das estações.
Pois até a flor mais singela,
Integra as decorações.
Fátima de Paula
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Velhice
E o tempo vai passando,
A vida sempre correndo,
As desilusões chegando,
E o coração endurecendo.
A pele vai enrugando,
O cabelo embranquecendo,
A flor vai murchando,
E o sonho vai morrendo.
A barriga vai crescendo,
O olhar distanciando,
A vista enfraquecendo,
E a morte anunciando.
Tanto o homem ou a mulher,
O tempo é inflexível.
Não importa se você quer,
Viver se torna impossível.
O andar é devagarzinho,
Não consegue mais correr.
Nem o jornal sozinho,
Mais consegue então ler.
Precisa de vigia constante,
De novo se torna criança,
Depois de ser combatente,
Só resta de tudo lembrança.
Fátima de Paula
sábado, 22 de agosto de 2015
Eu fui...
Fui enganada, fui traída,
E também fui desiludida.
Da minha vida fez carrossel,
E encheu meu mundo de fel.
Hoje já estou amortecida,
Nova guinada em minha vida.
Você agora pra mim já era,
Não estou mais à sua espera.
O tempo é o melhor remédio,
Já terminou todo meu tédio.
Agora é só muita alegria,
Não vivo mais de fantasia.
Fátima de Paula
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Cuidado!
A vida nunca foi perfeita,
A não ser na ilusão.
Tem muita coisa malfeita,
E também muita perdição.
O mundo é maravilhoso,
Mas tem muita coisa ruim.
Somente para o ansioso,
O mal parece não ter fim.
Não existe nenhum pecado,
Tudo você poderá fazer.
Somente tome cuidado,
Nas coisas que irá colher.
O que manda é a consciência,
É o que você deve seguir.
Depois não peça clemência,
Quando seu mundinho ruir.
Fátima de Paula
domingo, 16 de agosto de 2015
Amor maior
Que falta você me faz,
Nem sei como posso viver.
Dia e noite, noite e dia,
Aqui sem poder lhe ter.
O dia ficou tão estranho,
A noite ficou mais comprida.
A casa ficou bem maior,
Depois da sua partida.
Nem tenho mais desejo,
Nem quero me alimentar.
Só penso na volta e no beijo,
Que vamos poder trocar.
Amor maior não existe,
Nem preciso de procurar.
A vida sem você é tão triste,
Sem você não dá para ficar.
Fátima de Paula
domingo, 9 de agosto de 2015
Pai
Pai, eu sei que você fez de tudo,
Mas eu te entendo contudo,
Que não é nada fácil viver.
Pai, Obrigada por toda sua ajuda,
Sei que pareceu bem miúda,
Mas me bastou para sobreviver.
Pai, me perdoa por qualquer desfeita,
Procurei fazer e ser sempre direita,
E isto é bem difícil de se manter.
Pai, eu desejo que estejas bem,
Vivendo feliz ai no além,
Procurando cada dia mais aprender.
Fátima de Paula
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Sonhar!
Mesmo que não possa realizar.
Sonho de criança e de adolescente,
Sonho de adulto ainda crente.
Sonho que nasce dentro da gente.
Sonho que se sonha de repente.
Não posso nunca deixar de sonhar,
Porque sem sonho a vida pode acabar.
Tenho sonho sempre bem colorido,
E repletos de imaginação.
Neles tudo tem muito sentido,
E em todos existe muita emoção.
Sonhar mesmo que pareça,
Que é impossível alcançar.
Sem sonho não há esperança,
Fazer o quê, se é tão bom sonhar!
Fátima de Paula
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Estou de férias!
Férias até que enfim!
Não preciso cedo levantar.
Nem sair correndo por ai,
Não tenho trabalho a digitar.
Férias que coisa boa!
Muito tempo para mim.
Posso agora descansar,
E ler livros sem fim.
Férias é tudo de bom!
Posso dormir de madrugada.
Fazer coisas que eu gosto,
Até cair a noite na balada.
Férias é um tempo gostoso!
Vou conhecer novos lugares,
Quem sabe voltar aonde fui,
E depois conhecer Tavares.
Fátima de Paula
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Doçura
Doçura daquele teu olhar,
Que não me deixa esquecer.
Nem o tempo pode apagar,
E nem eu deixar de te querer.
Doçura daquele lindo sorriso,
Que me balançou o coração.
Faria qualquer coisa se preciso,
Para ouvir uma declaração.
Doçura daquele gostoso beijo,
Quando me fazias promessa.
E me despertava o desejo,
Que tudo não fosse conversa.
Doçura é tudo em ti afinal,
Quase perfeito posso dizer.
Pois foi tudo tão original,
Eis o motivo de florescer.
Fátima de Paula
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