Doação

Todas as roupinhas confeccionadas, enxovais de bebê, peças de tricô foram todas doadas para várias entidades em BH: Centros Espíritas, Casas de Apoio, Asilos, Pessoas nas ruas, Bazares, Comunidades e outros. Não vendo.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Quarenta e oito

 Quarenta e oito

 

Quarenta e oito anos de amizade,

E de muito amor também.

Curtindo nossa realidade,

Sem dever nada a ninguém.


Parece que foi ontem,

Que a gente se encontrou.

Mas foram tantas coisas,

Vejo como o tempo passou.

 

De tímido no início,

Nosso amor se expandiu.

Com dois filhos lindos,

Que o amor esculpiu.

 

Hoje cabelos de prata,

Rugas contidas no rosto.

Sorrisos, conversas lentas,

Mas tudo com muito gosto.

 

O tempo passou ligeiro,

Queria voltar atrás.

Começar tudo de novo,

De novo com você rapaz.

Fátima Dipaula



Bolo de maçã Naka





 

domingo, 29 de novembro de 2020

Vazio

 Vazio

 

 

 

 

 Saudade e esse vazio,

Parece oco meu peito.

Não sabia do perigo,

De viver desse jeito.


E o que eu faço agora,

Sem ter você aqui.

O tempo agora demora,

Sem ter porque sorrir.


Sinto tanta vontade,

De novo poder lhe ver.

Falar coisas sem nexo,

Só por liberdade dizer.


Desejo que fique  bem,

E que nunca venha a sofrer.

Muitas alegrias também,

Nesse seu novo viver. 

Fátima Dipaula



Rocambole de cenoura


 

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Gabi

 Gabi

  Ainda não consigo entender,

Como a gente pode assim amar.

Um ser tão pequenino no tamanho,

E por dentro parece agigantar.


Sorriso que desmancha qualquer dor,

Olhar deslumbrado de tanto amor.

Bracinhos pequeninos a enlaçar,

Meu pescoço tentando me abraçar.


Mãozinhas delicadas e graciosas,

Parecem todas pétalas de rosas.

Pezinhos trôpegos a caminhar,

Descobrindo o mundo num olhar.

 

A voz é doce e cheia de meiguice,

Faz a gente fazer qualquer tolice.

Sentar no chão brincar igual a ela,

Sou muito feliz, sou a vovó dela.

Fátima Dipaula



O tempo

 

 




 

 


 

 


Pela rua

 

 


 

E nessa vida de tristeza e amargura,

Vou sozinha caminhando pela rua,

A procura de alguém para amar.

 

Os espinhos que tive na minha vida,

Deixaram-me assim sofrida,

Sem mais nada pra lutar.

 

Sem esperança e até desiludida,

Caminhando tão distraída,

Nem sei onde vou parar.

Fátima Dipaula

 

Blusa encantadora Clara Calui