Doação

Todas as roupinhas confeccionadas, enxovais de bebê, peças de tricô foram todas doadas para várias entidades em BH: Centros Espíritas, Casas de Apoio, Asilos, Pessoas nas ruas, Bazares, Comunidades e outros. Não vendo.

terça-feira, 31 de março de 2015

Ganância



Como são inconsequentes,
Como agem sem saber.
Sem se preocupar com o todo,
Mesmo sabendo que vidas vão perder.

O dinheiro é quem comanda,
E a ganância também.
E a vida já não vale nada,
Para "eles"  está tudo bem.

Cada vez mais rico fica,
A custa de gente honesta.
Que trabalha pelo mínimo,
Ajudando quem não presta.

Mas o que eles não acreditam
É que Deus que tudo vê.
Vai lhe dar a recompensa,
Mandando de volta a você.

Todo o mal que a gente faz,
Todo o bem que se pratica.
Vem de volta bem veloz,
E ai você se complica.
Fátima de Paula

Feliz Páscoa!


quinta-feira, 26 de março de 2015

Sobrevivência





Da esperança fez a vida,
Dos sonhos o seu viver.
Da alegria incontida,
Buscou sobreviver.

Da tristeza fez se perdida,
Ocultou o seu sofrer.
Lutando sem dar guarida,
Conseguiu então vencer.

Dos tropeços se erguia,
E lutou sem desistir.
Hoje é alma guia,
Só para te ver sorrir.
Fátima de Paula

Mulher


Vazio


                   Vazio

Não posso passar em branco,
Um mês assim como março.
Nem que seja ao solavanco,
Vou ver como é que eu faço.

Não tenho nada a dizer,
Nada de novo ou de velho.
É só mesmo para espairecer,
E não deixar em vermelho.

Minha vida está parada,
Dentro de mim também.
Só mesmo com uma cevada,
Para ficar tudo muito  bem.
Fátima de Paula

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Distância




A distância pouco a pouco,
E assim tudo se complica.
Cada vez mais se ausenta,
E isso ninguém me explica.

Cada um vai pro seu lado,
E cuida só da sua vida.
Não interessa o passado,
Ou se perdeu gente querida.

Eu não consigo entender,
Porque tem de ser assim.
Podia haver muita mais união,
Será que não gosta de mim?

Eu sinto tanta saudade,
De sua doce companhia.
Sei que não  me entende,
Mas  minha vida é vazia.
Fátima de Paula


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Sintonia



Sintonia

Tudo aconteceu num repente,
Sem nem mesmo perceber.
A gente vivia sempre contente,
São coisas que se podia ver.

O brilho do seu olhar,
Tinha tamanha ousadia.
Que não pude olvidar,
Jamais, nem por um dia.

Éramos só você e eu,
Sozinhos na multidão.
Meu coração se rendeu,
Cheio de admiração.

Tínhamos uma sintonia,
Sem nem precisar falar.
Assim a gente se entendia,
Apenas com um olhar.

O amor repleto de poesia,
E estava a nos comandar.
Hoje  só restou nostalgia,
O tempo acabou por matar.
Fátima de Paula